<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5906958213838465342</id><updated>2012-02-26T14:23:48.779-03:00</updated><title type='text'>Poder das Palavras</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://priscilaminani.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5906958213838465342/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://priscilaminani.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Priscila Minani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07181314159001354527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Z9L3-Mt-MVE/Tua7ujFJsyI/AAAAAAAAAKM/rOpjVLOV9ng/s220/247845_130846076994104_100002061373390_227356_6333845_n.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>18</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5906958213838465342.post-9138630956894275800</id><published>2012-02-25T16:57:00.001-02:00</published><updated>2012-02-25T16:58:57.902-02:00</updated><title type='text'>Pra que entender?</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-us-XliA1LuQ/T0kvI8I5QAI/AAAAAAAAAK4/hrFA8oSrQFM/s1600/a+vida.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-us-XliA1LuQ/T0kvI8I5QAI/AAAAAAAAAK4/hrFA8oSrQFM/s320/a+vida.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Cá estou eu para mais um desabafo...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Temo estar tornando este blog uma mera sessão de terapia em que torno público meus sentimentos através das palavras que aqui digito. Às vezes me sinto como narradora de um filme, daquelas que, em um discurso indireto-livre, intercala seus pensamentos e suas falas com a imagem do seu rosto mirando o horizonte. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Parece patético ou até meloso, um pouco de drama com um tom depressivo, mas é que tem dias em que me sinto assim. É aquela sensação de que está tudo errado mesmo quando está tudo certo. A gente tenta fugir pra esquecer, mas no fim só adia. Você volta, e o pensamento também. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Chamo isso de instabilidade. Procuramos a certeza, a exatidão quando ela não existe. Isso porque a inconstância da vida permite que nossas atitudes assim sejam. De que adianta ter certeza de algo, quando nem ao menos a certeza é algo certo? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Entro num outro ponto o qual queria discutir. Inconstância. Por que há tantas mudanças na vida do ser humano? Será que pra fugir da rotina? Da monotonia? Ou tentar nos confundir cada dia mais? Você perde horas da sua vida tentando agir da maneira que acha certo e de repente algo vem e acaba com tudo, muda os rumos da história...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Procuramos aprender com os erros. É clichê, mas todos pensam assim. Na busca por seguir um caminho diferente do suposto “errado” trombamos de novo. E agora? Onde está o erro? E mais uma vez vêm a dúvida, o medo, a falta de explicação e com eles a incerteza.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Às vezes penso que a vida não é mesmo pra ser entendida. Quem tem que se dar bem, vigora. Pode ser que não seja pelo caminho que nós achamos correto. Mas, já que “achar” não é “ter certeza” e “ter certeza” ainda assim não quer dizer nada, é inútil tentar entender porque as coisas são do jeito que são. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Então, enquanto ninguém ainda conseguiu descobrir a fórmula da felicidade certeira (se é que ela existe), deixo nas palavras de Charles Chaplin, talvez a maneira mais simples de se viver. &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;“&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial;"&gt;A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.&lt;/span&gt;”&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5906958213838465342-9138630956894275800?l=priscilaminani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://priscilaminani.blogspot.com/feeds/9138630956894275800/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://priscilaminani.blogspot.com/2012/02/pra-que-entender.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5906958213838465342/posts/default/9138630956894275800'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5906958213838465342/posts/default/9138630956894275800'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://priscilaminani.blogspot.com/2012/02/pra-que-entender.html' title='Pra que entender?'/><author><name>Priscila Minani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07181314159001354527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Z9L3-Mt-MVE/Tua7ujFJsyI/AAAAAAAAAKM/rOpjVLOV9ng/s220/247845_130846076994104_100002061373390_227356_6333845_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-us-XliA1LuQ/T0kvI8I5QAI/AAAAAAAAAK4/hrFA8oSrQFM/s72-c/a+vida.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5906958213838465342.post-3937585641423690362</id><published>2011-12-12T14:51:00.000-02:00</published><updated>2011-12-12T14:51:05.453-02:00</updated><title type='text'>Falando do ano velho...</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Mais uma vez chega ao fim o ano letivo. Já perdi a conta de quantos foram na minha vida, mas da faculdade é o segundo. Lembro-me como se fosse ontem, os desesperos do ano pré-vestibular e de repente, estou a entrar no terceiro ano de Comunicação Social. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ainda não estamos no dia 31 de dezembro, mas já considero ser tempo suficiente para fazer um balanço de como foi este ano...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Acredito 2011 ter sido um ano de grandes mudanças. Autoconfiança e amadurecimento fizeram parte do cardápio. Responsabilidade e coragem tiveram sua pitada. Mas, foi de novas experiências que ele foi recheado. Desde o começo, fomos colocados à prova. A pressão de ser mulher, aluna, amiga e futura profissional exigiram muito de uma pessoa tão pequena, ou que pelo menos se acha assim. Aos poucos fui descobrindo a força que tenho, no entanto, nada que pudesse me impedir de ter meus erros. Ainda me arrisco a dizer que foi um ano intenso e bem diferente do passado. 2010, sim, foi um ano de novidades (tendo em vista o primeiro parágrafo de meu texto, creio que não preciso explicar-lhes o porquê). O que quero, na verdade, salientar é que a cada dia a nossa vida muda. Podemos planejar, pensar no que fazer, estabelecer metas e roteiros, mas nada disso isola o fato de ocorrer conflitos no trajeto. Aí é hora de parar, respirar e ter coragem pra vencer, pois é da dificuldade que surge também a vitória. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;PAUSA PARA UM BREVE ESCLARECIMENTO: Não quero que esse texto pareça um trecho de um livro de auto-ajuda ou lição de moral, só quero compartilhar as vivências que tive e as impressões que extrai.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;CONTINUANDO... Sou muito de pensar, não que isso me faça melhor que ninguém, mas gosto de guardar recordações e avaliar experiências. Em meu ultimo dia em Frutal, tive um dia de despedidas. Um até logo ali, um abraço aqui e em todas as situações me emocionei. Posso parecer fraca por isso, mas é que não sou de ter meias vivências. Se eu gosto, gosto muito ou gosto nada. E para o meu desespero na hora de falar “tchau”, descobri que há mais pessoas das quais eu gosto muito. Há quem diga: “são só dois meses”; “passa rápido”, ainda assim, julgo ser uma eternidade. Não escondo o meu sentimento de tristeza em ter que deixar aquele que parece ser de verdade o meu cantinho. O apartamento 407 guarda histórias, memórias minhas de quem já passou bons e maus momentos ali. E, por isso, me senti mal ao fechar a porta. Por um segundo fiquei olhando tudo, cada detalhe, cada coisa em seu lugar e, nesse momento, meu ano passou correndo em minha mente. É normal isso acontecer. Qualquer um que parar pra pensar um pouco na sua vida, consegue fazer essa retrospectiva. A minha foi boa e deixa saudades. Passado o momento nostálgico, apaguei as luzes, encostei a porta, girei a chave duas vezes e com as malas pesadas parti rumo ao elevador, tendo a sensação de ter deixado para trás 2011. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Sinceramente, desse gesto, quero esquecer os fatos ruins e em 2012, ao abrir a porta do apartamento, espero estar abrindo também as portas para um ano ilustre e, com certeza, marcante. É assim que eu desejo o meu terceiro ano de faculdade...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5906958213838465342-3937585641423690362?l=priscilaminani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://priscilaminani.blogspot.com/feeds/3937585641423690362/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://priscilaminani.blogspot.com/2011/12/falando-do-ano-velho.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5906958213838465342/posts/default/3937585641423690362'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5906958213838465342/posts/default/3937585641423690362'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://priscilaminani.blogspot.com/2011/12/falando-do-ano-velho.html' title='Falando do ano velho...'/><author><name>Priscila Minani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07181314159001354527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Z9L3-Mt-MVE/Tua7ujFJsyI/AAAAAAAAAKM/rOpjVLOV9ng/s220/247845_130846076994104_100002061373390_227356_6333845_n.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5906958213838465342.post-3638613115568372674</id><published>2011-11-01T15:49:00.003-02:00</published><updated>2011-12-12T22:15:13.826-02:00</updated><title type='text'>Raio – X: Mostre o que você é por dentro</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;De repente venho aquela vontade de escrever...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Este blog foi deixado às traças por alguns meses. Culpa, exclusivamente, minha. Eu podia culpar os afazeres da faculdade ou até mesmo a rotina corrida, mas quando queremos, de fato, escrever, nada é motivo de impedimento. Portanto, culpo a mim, porque me faltou vontade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Mas, enfim, hoje ela voltou e resolvi me deixar levar...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Eu poderia ser considerada um tanto narcisista porque pretendo falar de mim mesma. Outros me achariam egocêntrica. Mas prefiro dizer que é mais fácil falar de mim do que julgar os outros, no que diz respeito a emoções.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ser humano é isso. E quando digo “ser” humano me refiro ao ato ou efeito de agir como um. Somos muito mais que carne e ossos. Somos corpo e alma. E mais que isso, somos alegria, nervosismo, somos fúria, somos atenção. Somos uma mistura de sentimentos positivos e negativos. Somos uma pilha, somos dois pólos, que se atraem e se distanciam. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Quando digo somos, na verdade, quero dizer SOU, mas faço uso do plural para não me sentir tão sozinha. Movidos por nossas emoções, agimos sem pensar, pensamos não agir, e nesse conflito em busca pelo o que fazer, nossa vida se torna um trocadilho sem resposta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Achamos-nos muito espertos, muito maduros, donos de nossos próprios passos. Pode até ser que sejamos, mas caminhar é muito mais que um ato mecânico do corpo, é uma atitude inconsciente da mente. Pronto. Está aqui a chave de todo nosso conflito. Por dentro a vontade é uma. Por fora a atitude é outra. Por que temos tanto medo de nos revelar?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O mundo nem sempre é justo. A sociedade condena, reprime. E devido à repressão externa, nos reprimimos internamente. Vamos acumulando sentimentos confusos de vontades contrapostas. Às vezes isso tudo ficará lá, indigesto e esquecido, mas pode ser que não dure muito tempo e a pressão dessas indecisões provocará uma explosão em nosso corpo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Por isso, acredito que prefiro ser transparente. Digo que estou bem quando de fato estou e que não estou bem, quando é assim que me sinto. Não adianta eu passar uma imagem para o mundo e ser outra para mim mesmo. Isso me fará mal. Ninguém sofrerá por mim, ninguém passará pelas coisas que eu preciso passar, ninguém sentirá pena se algo de ruim me acontecer e, também, nem quero que sintam. Preciso estar bem comigo mesmo para depois me preocupar em demonstrar isso pro mundo. Não é egoísmo, é amor-próprio.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5906958213838465342-3638613115568372674?l=priscilaminani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://priscilaminani.blogspot.com/feeds/3638613115568372674/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://priscilaminani.blogspot.com/2011/11/raio-x-mostre-o-que-voce-e-por-dentro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5906958213838465342/posts/default/3638613115568372674'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5906958213838465342/posts/default/3638613115568372674'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://priscilaminani.blogspot.com/2011/11/raio-x-mostre-o-que-voce-e-por-dentro.html' title='Raio – X: Mostre o que você é por dentro'/><author><name>Priscila Minani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07181314159001354527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Z9L3-Mt-MVE/Tua7ujFJsyI/AAAAAAAAAKM/rOpjVLOV9ng/s220/247845_130846076994104_100002061373390_227356_6333845_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5906958213838465342.post-1142973180182550930</id><published>2011-07-16T01:20:00.002-03:00</published><updated>2011-07-16T01:20:58.975-03:00</updated><title type='text'>Determinante e Determinado</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-YQJFeRX46wA/TiERmwDW22I/AAAAAAAAAIw/hX7YSw9V2XI/s1600/spiral-clock.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" m$="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-YQJFeRX46wA/TiERmwDW22I/AAAAAAAAAIw/hX7YSw9V2XI/s1600/spiral-clock.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O tempo. Esse gigante desconhecido, pode se eternizar quando estamos com pressa. Pode também se reduzir ao nada quando estamos sossegados. Ele é contado em milésimos, em dias, em anos. Mas por que esse tempo é tão importante?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O tempo mostra tudo. É responsável por gerar uma nova vida, mas também pode tirá-la. O tempo esquece, aquece, ama, perdoa. Ele está presente em tudo. Ele passa, repassa, morre e renasce. Tem horas em nossas vidas que precisamos desse requisitado tempo. Paramos pra pensar, pra refletir e assim, buscamos mais sentido naquilo que fazemos. Mas quem disse que ele parou? Ele pareceu estar estagnado, mas não. Voou, passou e aí você se dá conta de que perdeu esse mesmo tempo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Essa história de tempo é confusa. Não dá pra saber qual é a dele. Não sei se ajuda, não sei se atrapalha. Quando há brigas, ele é o melhor remédio. Quando há amor, é a maior saudade. O tempo faz crescer, ganhar experiência, amadurece. Mas também engana, frustra, acaba com a pureza. Nem os contos de fadas escapam de você, pois, você transforma plebéias em princesas e depois lhes tira tudo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Quem é você tempo? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Todo mundo precisa de você. Tem gente que corre, tem gente que para. E você continua lá, passando, passando...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Tem gente que te vê como chuva, outros como sol e, na verdade, você é outono e primavera. Era um quando eu comecei a escrever esse post, agora é outro. Mais além, mais velho, um tempo passado. Porque além de tudo, você ainda é presente e, logo mais, será futuro. E de novo, você é tudo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;É a solução, é o dilema. No hoje, no ontem, na vida. Você é independente, mas todos dependem de você. Muitos são seus escravos, correm contra, ficam desesperados. Calma, você também conforta. É o bem, é o mal. Direciona vidas, e ao mesmo tempo atrapalha. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Êêêêêê tempo, eu seria dona do mundo se pudesse controlá-lo. É uma pena, mas nada é o do jeito que a gente quer, porque você é provocador. Se tenho pressa, demora. Se quero descanso, agiliza. Por que tempo? Você deixa milhões de perguntas, e provavelmente é só mesmo você, o próprio tempo, quem irá respondê-las.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5906958213838465342-1142973180182550930?l=priscilaminani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://priscilaminani.blogspot.com/feeds/1142973180182550930/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://priscilaminani.blogspot.com/2011/07/determinante-e-determinado.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5906958213838465342/posts/default/1142973180182550930'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5906958213838465342/posts/default/1142973180182550930'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://priscilaminani.blogspot.com/2011/07/determinante-e-determinado.html' title='Determinante e Determinado'/><author><name>Priscila Minani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07181314159001354527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Z9L3-Mt-MVE/Tua7ujFJsyI/AAAAAAAAAKM/rOpjVLOV9ng/s220/247845_130846076994104_100002061373390_227356_6333845_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-YQJFeRX46wA/TiERmwDW22I/AAAAAAAAAIw/hX7YSw9V2XI/s72-c/spiral-clock.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5906958213838465342.post-3188993781526000060</id><published>2011-05-07T19:28:00.001-03:00</published><updated>2011-05-07T19:44:49.622-03:00</updated><title type='text'>Elas!</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-YPUv6kVm6do/TcXHI9z0GfI/AAAAAAAAAIk/jacDEEBw5BA/s1600/P3120004.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="239" j8="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-YPUv6kVm6do/TcXHI9z0GfI/AAAAAAAAAIk/jacDEEBw5BA/s320/P3120004.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Apresento-les Sirlei Buzzo Minani. 38 anos. Mãe de dois filhos e a mulher mais linda do mundo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Sabe aquela história de que o dia das mães é todo dia? Então. É a mais pura verdade. O segundo domingo do mês de maio, é somente uma data simbólica, que propagada no mundo inteiro, agora é tida como oficial.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Só sei que foi no dia 19 de novembro de 1972 que Deus permitiu a vida a mais linda das mães, a minha. Que bajulação né? Mas, é claro. Temos a nossa mãe como a melhor do mundo e comigo não seria diferente. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A mulher é pequena, parece indefesa, mas é brava que nem leão. Acho que tenho pra quem puxar (risos). Há 18 anos ela cuida de mim, me dá carinho, amor, me compreende, me escuta, me ajuda, não me subestima, me apóia. No entanto, não deixa de ser aquela que chamo de “chata” quando não faz o que eu quero. Faz parte. Afinal, mãe é mãe e faz isso justamente porque lhe cabe, com a justificativa de que é para o nosso bem. E não é que a espertinha está certa. Quantos de nós já teimamos em contrariar nossas mães e por fim, acabamos nos dando mal e tendo que voltar cabisbaixos e admitindo que elas tinham razão? Não tem coisa mais irritante que isso, porque essa “praga de mãe” pega. E pega mesmo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Mães podem ser de todo jeito. Não há rótulo, não há cor, e nem ao menos precisa haver laços de sangue. Descobri isso quando me deparei com uma pauta sobre adoção na ultima edição o Jornal 360. Ao entrevistar uma assistente social e que por um acaso é mãe biológica e adotiva, percebi o quão grande é o amor que ela tem pelos filhos e o quão discriminável é o fato da filha ser adotiva. Para ela não importa. É mãe dos dois e pronto. A partir disso comecei a ter um olhar diferente sobre a situação. Muitas vezes somos colocados a ver a imagem da criança abandonada pela família e o que nos resta? Sentir pena, dó. E tudo isso está errado. Devemos considerá-la como uma criança que agora, depois de adotada, tem uma família de verdade e que vai crescer como qualquer outra criança feliz. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Depois dessa breve reflexão sobre o ato de ser mãe, sem mais rodeios, quero terminar esse post dizendo o que, de fato, era pra ser dito desde o principio. Desejar para todas as mães um FELIZ DIA DAS MÃES, porque eu sei que elas são guerreiras por nos aguentarem, mas que também não seriam tão felizes se não existíssemos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;É isso!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5906958213838465342-3188993781526000060?l=priscilaminani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://priscilaminani.blogspot.com/feeds/3188993781526000060/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://priscilaminani.blogspot.com/2011/05/elas.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5906958213838465342/posts/default/3188993781526000060'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5906958213838465342/posts/default/3188993781526000060'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://priscilaminani.blogspot.com/2011/05/elas.html' title='Elas!'/><author><name>Priscila Minani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07181314159001354527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Z9L3-Mt-MVE/Tua7ujFJsyI/AAAAAAAAAKM/rOpjVLOV9ng/s220/247845_130846076994104_100002061373390_227356_6333845_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-YPUv6kVm6do/TcXHI9z0GfI/AAAAAAAAAIk/jacDEEBw5BA/s72-c/P3120004.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5906958213838465342.post-8402430341912098217</id><published>2011-05-06T14:21:00.005-03:00</published><updated>2011-05-06T14:24:38.870-03:00</updated><title type='text'>2ª Edição</title><content type='html'>&lt;span style="color: #c8cdd0; font-family: &amp;quot;Lucida Sans&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Filhos do afeto&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #c8cdd0; font-family: &amp;quot;Lucida Sans&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;Por Priscila Minani&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #c8cdd0; font-family: &amp;quot;Lucida Sans&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;“Ah, este tem meu sangue”; “Puxou para a mãe”. Essas são expressões bastante comuns quando se fala das características de um filho. A constante comparação de aparência física e hábitos cotidianos moldam os descendentes de acordo com os seus pais. No entanto, uma atitude de amor tem mudado um pouco essa história. E nesta prática a Justiça foge da função de definir inocentes e culpados e passa a ter o papel de permitir a criação e o crescimento de novas famílias. Trata-se da adoção. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessoas que não podem ter filhos biológicos, mulheres solteiras que desejam serem mães ou até pessoas que tomam esta decisão por uma causa social optam pelo acolhimento de crianças e adolescentes que não tiveram a oportunidade de conviver em um ambiente familiar. Assim, a vontade de amar alia-se àqueles que precisam ser amados. Mães e filhos que podem nunca antes ter se visto, compartilham de um sentimento afetivo de identificação e conseguem construir uma nova história. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para as mães, não ter tido o contato primeiro com a criança incluindo o período de gestação e todo o acompanhamento que lhe cabe, não diminui o laço afetuoso de considerá-los como filhos de verdade. Embora o cordão umbilical seja apenas simbólico, a convivência é real e as questões biológicas não fazem diferença. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em contrapartida, encontra-se o medo que muitos pais têm de que seus filhos tornem-se adolescentes rebeldes pelo fato de serem adotados. Travessuras, brigas e broncas são atitudes corriqueiras do desenvolvimento da personalidade do adolescente. Mas não há razão para pânico! Psicólogos alegam que a probabilidade de filhos adotivos revoltarem-se é a mesma dos filhos biológicos, pois apesar dos primeiros supostamente terem motivos para tal revolta, o amor incondicional e a educação que recebem dos pais devem ser os mesmos e isso reduz essa possibilidade de rebeldia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;“Eu sabia que era ela”&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não existe filho adotivo. Filho é filho independente da forma que ele veio até você.” É assim que a assistente social judicial Delimar Cunha Trivelato fala sobre o assunto. E se engana quem diz que ela vê a situação de fora e, portanto, é fácil palpitar. Delimar lida com o tema da adoção além do seu horário de expediente. Mãe de dois filhos, ela tem um biológico de 19 anos e uma menina adotada (pede-se desculpas à Delimar pelo uso do termo), de 11 e afirma que, por ter vivido as duas experiências, sabe que o amor é o mesmo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para defender esse sentimento ela conta que considera o processo de adoção como se fosse uma gestação, só que emocional, pois enquanto a criança está no ventre, embora ela possa ser sentida, ainda se trata de um ser desconhecido e que o afeto vem com a convivência e, nesse aspecto, ela não falta com sua filha. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dos fatores que contribuíram para a decisão pela adoção, Delimar relata que o desejo de exercer novamente a maternidade atrelado ao seu estado civil de solteira, levou-a à adoção. Para a sua felicidade, conseguiu o que a maioria dos casais almeja, que é adotar uma criança de até um ano de idade. Sua filha chegou a seus braços com apenas dois dias de vida: “é até engraçado, mas quando eu entrei no berçário do Hospital São Francisco de Assis, não foi preciso me dizer quem era minha filha. Entre os cinco bebês que tinha lá eu sabia quem ela era.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Delimar ainda conta que apesar do desejo de ser mãe estar presente em quase todas as mulheres, há aquelas que não o possuem e acredita que isso não seja compreendido pela sociedade. Por isso, mulheres dão à luz e logo em seguida deixam seus filhos em abrigos, nas ruas e até mesmo em caçambas, o que pode ser justificado pela tamanha repressão social de não se ter o instinto materno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na educação dos filhos, Delimar considera importante contar a verdade para os filhos adotivos e acha errado quem dá mais liberdade ou é mais rígido com quem é adotado. Ela acredita que se deve impor limites e esquecer o medo de perdê-los por não possuírem seu sangue e que o ato de ser mãe não depende de laços corporais.&amp;nbsp; “os vínculos são da alma e não do corpo”. Assim, a adoção trata-se não de ter concedido a vida ao filho, mas de lhe ter dado uma razão para viver.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5906958213838465342-8402430341912098217?l=priscilaminani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://priscilaminani.blogspot.com/feeds/8402430341912098217/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://priscilaminani.blogspot.com/2011/05/filhos-do-afeto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5906958213838465342/posts/default/8402430341912098217'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5906958213838465342/posts/default/8402430341912098217'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://priscilaminani.blogspot.com/2011/05/filhos-do-afeto.html' title='2ª Edição'/><author><name>Priscila Minani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07181314159001354527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Z9L3-Mt-MVE/Tua7ujFJsyI/AAAAAAAAAKM/rOpjVLOV9ng/s220/247845_130846076994104_100002061373390_227356_6333845_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5906958213838465342.post-7712557536738689901</id><published>2011-04-27T15:43:00.003-03:00</published><updated>2011-04-27T15:44:29.579-03:00</updated><title type='text'>1ª Edição</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13pt; line-height: 115%;"&gt;No banco dos réus&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;O trabalho do advogado criminalista nos crimes de repercussão social &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: 83.25pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Por Priscila Minani&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;E se a vítima fosse um filho seu?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;É com esta interrogação condenatória que muitos advogados criminalistas se veem a volta sempre que se colocam como defensores de acusados de crimes violentos que chocam a sociedade e provocam comoção. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Como se comportar nestes casos? Como se preparar para esta condenação pública? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ao sentar numa cadeira na universidade, os graduandos do curso de Direito quase sempre são jovens dotados de ideias a fim de mudar o mundo, com planos de lutar pela justiça e defender os pobres e indefesos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Com este objetivo, vão aprender a trabalhar com a Constituição e com os estatutos legais. É aí, então, que começam a perceber que nem tudo pode ser do jeito que queriam ou que pretendiam fazer. Os futuros advogados, promotores e juízes, ao longo de sua formação, se deparam com situações difíceis de lidar, mas é só depois, durante o exercício da profissão, que são colocados à prova sobre como agir. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;De todos os campos de trabalho do graduado, há uma área especifica que é considerada pelos seus seguidores como tendo uma característica muito própria, que requer aptidão quase que genética. Trata-se da advocacia criminal. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;“Não se faz um advogado criminalista, ele nasce”. São com essas palavras que o experiente advogado Renato de Oliveira Furtado define seu trabalho. Há 23 anos no ramo, sabe bem o que afirma. Ele defende que nessa profissão não é preciso somente conhecer as leis e segui-las. Mais que isso, é necessário explorar os campos da filosofia, sociologia, da literatura e até mesmo da religião. “Estou em boa companhia. Cristo também defendeu os párias da sociedade, como prostitutas e criminosos. Suas últimas palavras dirigidas a um humano foram para o ladrão que era crucificado ao seu lado.”, Renato exemplifica com o gesto de Jesus, acreditando na simbologia do ato.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O direito de defesa é fundamental para a vida em sociedade. O entendimento desta necessidade é capaz de facilitar a compreensão do trabalho deste profissional que está muitas vezes em confronto direto com o desejo da opinião pública, atuando como um “advogado do diabo”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Um julgamento não se faz somente com o réu. Nele também estão envolvidos a sociedade, mídia, jurados, famílias da vítima e do autor, condições sociais e educacionais. Ao analisar esse conjunto de idéias e ações que se reúnem para avaliação de um caso, o defensor deixa de ter dois lados. Agora, o pessoal e o profissional se fundem. A análise de cada processo exige um pouco do lado cidadão, como também do advogado. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;“Olho por olho, acabaremos todos cegos.”&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Nos crimes que provocam o clamor popular, a primeira sentença é dada pela opinião pública. Esta, acalorada pela repercussão midiática dos casos, procura definir as imagens do vilão e da vitima, e assim o caso se dá por encerrado. O pensamento do “olho por olho, dente por dente” se torna uma ideologia que logo é acatada por quase todos. Os exemplos são fartos: pode-se lembrar de Nardoni’s e Lindemberg’s e, com mais proximidade, do menor infrator que tirou a vida da jovem Michelle, aqui em Frutal. Casos que se transformam em novelas e são influenciados pelo julgamento social. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;É de se considerar também que quem perde um ente querido de forma cruel sofre demais, e tal dor lhe dá motivos para desejar a vingança em relação ao acusado. Pedir para que essa família compreenda o trabalho da defesa do réu pode ser um tanto difícil. Por outro lado, a sociedade se sente parte integrante do corpo acusador e julga severamente o advogado. Por isso, Renato Furtado acha que, dentre todas as características do criminalista, a coragem é a mais importante. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Na avalanche de notícias sobre um crime, a miopia social pode ser raivosa e se achar capaz de passar por cima das leis. É o que relata Jason Tércio em sua obra “A Espada e a Balança”, livro que conta a história de dois grandes advogados criminalistas, Antônio Evaristo de Moraes e George Tavares: “&lt;span style="mso-bidi-font-family: Calibri;"&gt;Essa é a questão mais difícil de ser compreendida pela opinião pública. [...] Enquanto ele (o advogado) segue unicamente as normas processuais e as leis em vigor, a sociedade segue paixões momentâneas [...]”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Na conversa com Renato percebe-se que a solidão do advogado é quase a solidão do criminoso. O réu, nestes casos, tem o mundo contra ele e só lhe resta o trabalho de seu defensor. No processo, a evidência da inocência ou da culpa busca determinar de qual lado das grades um sujeito deve ficar. No entanto, para alguns que cometeram um crime em um momento inconsciente e inconseqüente, e que possuem um sentimento de culpa capaz de lhe fazer perceber o erro, a cela pode ser apenas uma escola de delinquência. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Renato Furtado tem uma visão muito clara do caráter da pena de prisão. Há aqueles que nunca deviam ter contato com a cadeia, já outros de lá nunca deviam sair. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;E diante da pergunta inicial, Renato inverte o pólo da equação e pergunta a quem o questiona: “E se fosse um filho seu que tivesse cometido o crime? Não desejaria que ele tivesse um bom trabalho de defesa? Que, se fosse inocente, se lutasse pela sua absolvição e que, se fosse culpado, se buscasse a pena mais justa?” É o que fazem os bons criminalistas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5906958213838465342-7712557536738689901?l=priscilaminani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://priscilaminani.blogspot.com/feeds/7712557536738689901/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://priscilaminani.blogspot.com/2011/04/1-edicao.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5906958213838465342/posts/default/7712557536738689901'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5906958213838465342/posts/default/7712557536738689901'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://priscilaminani.blogspot.com/2011/04/1-edicao.html' title='1ª Edição'/><author><name>Priscila Minani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07181314159001354527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Z9L3-Mt-MVE/Tua7ujFJsyI/AAAAAAAAAKM/rOpjVLOV9ng/s220/247845_130846076994104_100002061373390_227356_6333845_n.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5906958213838465342.post-8631849206562905436</id><published>2011-04-27T15:40:00.000-03:00</published><updated>2011-04-27T15:40:26.512-03:00</updated><title type='text'>Rompeu a bolsa, 360</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt; &lt;div style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Caro leitor, venho por meio desse pseudo-editorial informar que a partir de agora além de posts aleatórios começarei a postar as matérias do recém-nascido Jornal 360. Tal veículo tem por objetivo expor conteúdo de forma criativa, fugindo do já conhecido arroz com feijão que é a receita das matérias temporais. Com isso, espero que aqueles que gostam do meu blog também compartilhem dos textos que escrevo para o jornal, o que, é claro, é motivo de grande orgulho para esse projeto de jornalista que tem amor àquilo que faz e pretende melhorar cada vez mais. Por isso, é muito importante o comentário de quem os lê, afinal a crítica, sendo ela boa ou ruim, proporcionará uma visão a mais sobre o que escrevo. Boa leitura.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5906958213838465342-8631849206562905436?l=priscilaminani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://priscilaminani.blogspot.com/feeds/8631849206562905436/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://priscilaminani.blogspot.com/2011/04/rompeu-bolsa-360.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5906958213838465342/posts/default/8631849206562905436'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5906958213838465342/posts/default/8631849206562905436'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://priscilaminani.blogspot.com/2011/04/rompeu-bolsa-360.html' title='Rompeu a bolsa, 360'/><author><name>Priscila Minani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07181314159001354527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Z9L3-Mt-MVE/Tua7ujFJsyI/AAAAAAAAAKM/rOpjVLOV9ng/s220/247845_130846076994104_100002061373390_227356_6333845_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5906958213838465342.post-5364144630021472307</id><published>2011-04-20T11:44:00.002-03:00</published><updated>2011-04-20T14:42:22.281-03:00</updated><title type='text'>PET's</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Para a maioria das pessoas, os cães são os animais de estimação preferidos. Brincam, protegem, cuidam, são fiéis companheiros de seus donos e estes consideram os bichinhos parte da família.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;De todos os tamanhos e raças a população de cachorros cresce cada vez mais e, hoje em dia, é difícil encontrar quem não tenha um. Tudo bem, sou uma exceção. Já tive um cachorrinho cujo nome era Pingo (o mais comum dos nomes), mas, infelizmente, ele não suportou uma doença. Depois disso, meu pai me proibiu de ter qualquer tipo de &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;pet&lt;/i&gt;, pois ele alega que por nos apegarmos demais, quando algo desse tipo acontece, todo mundo se abala. E assim, cresci sem um fiel escudeiro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Sim. Já adiei um pouco o que eu ia falar. Comecei citando os cachorros, por eles serem os mais típicos bichos de estimação, mas não é sobre eles que eu quero escrever.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Há certo tempo venho admirando muito um animal que seria impossível eu ter em casa. Trata-se dos habitantes das geleiras, os ursos polares. Sua beleza me encanta. Aquela pelugem branquinha e espessa já é motivo suficiente para terem sido “transformados” em pelúcia. Ao vê-los, esquecendo o fato de que são carnívoros e que sua presa principal é a foca, a primeira vontade que dá é a de abraçá-los. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-0_AAtt_nGRc/Ta7w2TWtJiI/AAAAAAAAAIE/gC8tudGI9Uo/s1600/mini20urso20polar20grandy4.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="229" i8="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-0_AAtt_nGRc/Ta7w2TWtJiI/AAAAAAAAAIE/gC8tudGI9Uo/s320/mini20urso20polar20grandy4.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Quero dizer que a minha admiração não pode ser entendida por identificação, tendo em vista que quem me conhece sabe que não tenho o caráter solitário e não me privo de laços afetivos, pois assim são esses animais. Pelo contrário. Acredito que minha admiração é, principalmente, por eles serem o meu oposto, algo que entra em choque com o que eu sou e por essa mesma razão, me permita pensar que o inverso não é ruim, é simplesmente diferente. E se é diferente, é porque tem que ser assim. No entanto, não vou ressaltar somente os hábitos considerados malignos, por nós. Os ursos são ótimos nadadores, e mesmo não sendo muito sociáveis, não se importam em dividir sua comida. Outra característica é que esses aparentemente amáveis bichinhos são mamíferos e isso nos aproxima. Acredito também que esse encanto se deva à mídia, pois quem nunca se apaixonou pelas lindas propagandas de Natal da Coca-Cola, com aquela música de fundo e a representação da família de ursos polares, não sabe o que é Natal! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Enfim, grandes ou pequenos, amáveis ou não a natureza é mesmo muito ampla e nessa imensidão de diferentes espécies, toda a sua beleza resplandece e cabe a você escolher um pedacinho dela para admirar. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5906958213838465342-5364144630021472307?l=priscilaminani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://priscilaminani.blogspot.com/feeds/5364144630021472307/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://priscilaminani.blogspot.com/2011/04/pets.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5906958213838465342/posts/default/5364144630021472307'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5906958213838465342/posts/default/5364144630021472307'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://priscilaminani.blogspot.com/2011/04/pets.html' title='PET&apos;s'/><author><name>Priscila Minani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07181314159001354527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Z9L3-Mt-MVE/Tua7ujFJsyI/AAAAAAAAAKM/rOpjVLOV9ng/s220/247845_130846076994104_100002061373390_227356_6333845_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-0_AAtt_nGRc/Ta7w2TWtJiI/AAAAAAAAAIE/gC8tudGI9Uo/s72-c/mini20urso20polar20grandy4.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5906958213838465342.post-1377010911735383117</id><published>2011-04-12T12:39:00.000-03:00</published><updated>2011-04-12T12:39:11.376-03:00</updated><title type='text'>Lotação máxima: 48 passageiros</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;É essa geralmente a quantidade de pessoas que está definida nas placas existentes dentro dos ônibus. Quarenta e oito, XLVIII, ou simplesmente 48.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Você já parou pra pensar que não se trata meramente de um número? Os passageiros são pessoas com histórias preenchidas dos mais diversos acontecimentos. É só pararmos um pouco para prestar atenção nos diferentes tipos que adentram o transporte.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A necessidade de viajar de ônibus para que eu visite minha família, me fez parar para pensar, em tantas indas e vindas, a singularidade de cada um.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;É muito fácil pagarmos a nossa passagem, entrarmos no ônibus, sentarmos num banco, esperarmos passar o tempo da viagem e logo em seguida, descermos como se nada tivesse acontecido. Poxa, as pessoas te veem como mais um que por ali passou, mas na verdade estamos fazendo parte de uma história, breve (confesso), mas indispensável.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Observando os tipos que se encontram naquele ambiente, é possível perceber que o mais filosófico pode estar sentado ao lado de um extremista. E o curioso é ver como pessoas que nunca se virão fazem fluir um papo tão naturalmente, como se se conhecessem há anos.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Bom, uma coisa é certa: cada um com a sua história, com os seus pensamentos e princípios, ao entrar num ônibus carregam a sua vida junto e ao sair dele, deixam a sua marca. Trata-se de conversas, novas amizades, fofocas, confissões, casualidades e até mesmo brigas. Mas todos com um objetivo em comum: agradecer por aqueles bancos não falarem! HAHA.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5906958213838465342-1377010911735383117?l=priscilaminani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://priscilaminani.blogspot.com/feeds/1377010911735383117/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://priscilaminani.blogspot.com/2011/04/lotacao-maxima-48-passageiros.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5906958213838465342/posts/default/1377010911735383117'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5906958213838465342/posts/default/1377010911735383117'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://priscilaminani.blogspot.com/2011/04/lotacao-maxima-48-passageiros.html' title='Lotação máxima: 48 passageiros'/><author><name>Priscila Minani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07181314159001354527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Z9L3-Mt-MVE/Tua7ujFJsyI/AAAAAAAAAKM/rOpjVLOV9ng/s220/247845_130846076994104_100002061373390_227356_6333845_n.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5906958213838465342.post-8113115664316195</id><published>2011-04-08T15:05:00.002-03:00</published><updated>2011-04-08T15:09:18.478-03:00</updated><title type='text'>É preciso conservar os que te tratam bem e o resto? Ah, o resto é o resto.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-VLmkDs_AVDg/TZ9OT4IcshI/AAAAAAAAAIA/v_1HjRcuYdc/s1600/Apresenta%25C3%25A7%25C3%25A3o1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" r6="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-VLmkDs_AVDg/TZ9OT4IcshI/AAAAAAAAAIA/v_1HjRcuYdc/s320/Apresenta%25C3%25A7%25C3%25A3o1.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Na inocência de acreditar que aqueles a sua volta gostam de você, a gente quebra a cara. É claro que não me refiro aos amigos de verdade, aqueles que me provaram que não é de tempo que se faz uma amizade, mas de confiança. Não são a esses que me refiro, são àqueles que adoram se fazer de bons moços na sua frente, mas não esperam nem você virar as costas para fazer sua orelha arder.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Existem pessoas de todos os tipos e pra todos os gostos e cabe a cada um de nós reconhecer em quem vale a pena confiar. Podemos fazer isso analisando as atitudes que competem a cada um, notando em cada olhar, em cada gesto, em cada abraço e palavra, o tamanho da sinceridade que está agregada. Depois é só escolher ou se deixar ser escolhido, se dar a oportunidade de se desfazer de pessoas que te decepcionaram e de conhecer anjos que a vida coloca em seu caminho. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Nada é um mar de rosas, mas de todas as experiências se pode tirar uma lição. Alias, acho que aprendemos muito mais com os erros do que com os acertos, porque os acertos nos trazem o comodismo, enquanto o erro nos traz a persistência, não para errar de novo, mas para não perdermos a vontade de buscar o diferente que possa realmente ser o que precisamos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Ninguém veio ao mundo para agradar a todos. Não há uma pessoa que todo mundo ame, ou que todo mundo odeie. As pessoas são diferentes para se juntar aos seus iguais. Seja o que de fato você é, há sempre alguém que vai se identificar com você, que vai compartilhar pensamentos e às vezes até discordar, mas não para o seu mal, vai ser só para te ajudar, pode ter certeza.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Assim, me deixei envolver por&amp;nbsp;várias pessoas nos meus poucos 18 anos, no entanto foi tempo suficiente para saber que não cultivo inimigos, pelo menos não intencionalmente, e que aqueles que gostam de mim de verdade, me aceitam do jeito que sou, com o caráter que tenho e esses sim podem esperar e cobrar o melhor de mim.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Aos amigos verdadeiros meus sinceros cumprimentos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5906958213838465342-8113115664316195?l=priscilaminani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://priscilaminani.blogspot.com/feeds/8113115664316195/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://priscilaminani.blogspot.com/2011/04/e-preciso-conservar-os-que-te-tratam.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5906958213838465342/posts/default/8113115664316195'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5906958213838465342/posts/default/8113115664316195'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://priscilaminani.blogspot.com/2011/04/e-preciso-conservar-os-que-te-tratam.html' title='É preciso conservar os que te tratam bem e o resto? Ah, o resto é o resto.'/><author><name>Priscila Minani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07181314159001354527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Z9L3-Mt-MVE/Tua7ujFJsyI/AAAAAAAAAKM/rOpjVLOV9ng/s220/247845_130846076994104_100002061373390_227356_6333845_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-VLmkDs_AVDg/TZ9OT4IcshI/AAAAAAAAAIA/v_1HjRcuYdc/s72-c/Apresenta%25C3%25A7%25C3%25A3o1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5906958213838465342.post-2086147727056950884</id><published>2011-03-11T15:55:00.003-03:00</published><updated>2011-03-16T15:48:37.077-03:00</updated><title type='text'>A humanidade pede socorro!</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Estamos cansados de ouvir aquela história de como será a vida das gerações futuras. Se nossos filhos e netos enfrentarão a 3ª Guerra Mundial que terá como principal motivo a falta de água potável. Preocupamos-nos com o futuro, e acabamos esquecendo que o nosso presente é incerto. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Já não é a primeira vez que nos é divulgado uma catástrofe natural como o terremoto e o tsunami do Japão. A natureza age em silencio e quando percebemos, cidades foram engolidas, famílias foram destruídas e milhares de vidas tiradas. A partir daí, ficam os olhares de indignação e desespero mundial. Momentos que marcam para sempre a vida de quem acompanha essas tragédias a um passo ou a quilômetros de distância. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A posição geográfica em que o Brasil se encontra é privilegiada. Longe das bordas das placas tectônicas não sentimos muito o impacto causado pelo choque entre elas. Por isso, os terremotos são raros por aqui. Outra sorte é que aqui os vulcões são inativos. Entretanto, não estamos livres da fúria da natureza. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O drama pelo qual os cariocas passaram há pouco tempo é um exemplo disso. As chuvas ocorreram com tanta intensidade que provocou enchentes arrasadoras e deslizamentos de terra, resultando na morte de mais de 700 pessoas. Voltando a um passado recente, lembramos dos terremotos no Haiti e no Chile e do tsunami na Índia. Todos esses fatos são provas de que a ação do homem que degrada o meio ambiente com a sua poluição e a retirada da cobertura vegetal, provocando o assoreamento dos rios e facilitando o deslizamento térreo contribui com o aquecimento global, e num conjunto de más atitudes acelera o seu próprio processo de morte. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O maior dilema disso é que assim que tais catástrofes acontecem, o mundo se comove e pensa sobre seus feitos, pois a mídia dá tamanha atenção e dramatização à cena que o sentimento de auto-culpa cai sobre quem não dá tanta importância ao fato, afinal muitos pensam “não foi aqui mesmo”. Entretanto, o problema é que a conscientização não deveria esperar o mal acontecer, deveria estar à frente, para evitá-la. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Trata-se de um toma lá da cá, de uma ação e reação, uma brincadeira que pode não ter fim pra natureza, mas um trágico desfecho para nós, seres humanos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5906958213838465342-2086147727056950884?l=priscilaminani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://priscilaminani.blogspot.com/feeds/2086147727056950884/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://priscilaminani.blogspot.com/2011/03/humanidade-pede-socorro.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5906958213838465342/posts/default/2086147727056950884'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5906958213838465342/posts/default/2086147727056950884'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://priscilaminani.blogspot.com/2011/03/humanidade-pede-socorro.html' title='A humanidade pede socorro!'/><author><name>Priscila Minani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07181314159001354527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Z9L3-Mt-MVE/Tua7ujFJsyI/AAAAAAAAAKM/rOpjVLOV9ng/s220/247845_130846076994104_100002061373390_227356_6333845_n.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5906958213838465342.post-4921943098584182173</id><published>2011-02-28T15:36:00.000-03:00</published><updated>2011-02-28T15:36:09.547-03:00</updated><title type='text'>Chutando o balde!</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-wlKzW0EyPk0/TWvrCGaYyJI/AAAAAAAAAFI/rfX88EEyH6U/s1600/1247379700.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="303" l6="true" src="https://lh4.googleusercontent.com/-wlKzW0EyPk0/TWvrCGaYyJI/AAAAAAAAAFI/rfX88EEyH6U/s320/1247379700.png" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Dizem que as baixinhas são tremendas pimentas malaguetas, toda a irritação se concentra num pequeno corpo que a qualquer momento pode explodir. Dizem também que são nos menores frascos que estão os melhores perfumes e, por outro lado, os piores venenos. Mas, diante das barbaridades, não é o tamanho que vai falar mais alto, pois ninguém consegue se conter perante aquilo que incomoda. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Sou SIM, muito, mas muito irritada. E uma vez um grande amigo me perguntou: Por que você não escreve um texto falando mal sobre aquilo que não lhe é agradável?! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Depois disso, comecei a pensar no assunto. É fácil acharmos tudo lindo e não reclamarmos de nada, quando por dentro estamos prestes a voar no pescoço de alguém? Não sei. Mas, não consigo ser fria assim. Sou recheada de sentimentos, que às vezes me atrapalham, me impedem de pensar racionalmente, me indicam a direção errada, a atitude inapropriada, mas que no fim me trazem a sensação de que tudo o que fiz, foi dotado de sinceridade e por mais que me venha o arrependimento, é efêmero.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Já fui muito paciente, já engoli muita coisa, já ouvi dizer que o mundo dá voltas ou que é uma roda gigante – cheia de altos e baixos – pode sim, ser desse jeito, mas me cansa esperar as coisas acontecerem. Hoje, sou transparente, feito vidro, todos vêem o meu conteúdo, mas também sabem que posso me quebrar. Se estiver feliz, você verá, se estiver triste ou chorando, não me preocupo com as lágrimas que escorrem, nem se minha maquiagem irá se borrar, pouco importa. O que importa é o meu bem-estar. Trato muito bem quem é bom comigo, mas não pise no meu calo que eu viro o BICHO! Que exagero da minha parte! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Quem lê se espanta com esse projeto de gente que não amedronta nem formiga. Só tenho algo a dizer: não se deixe levar pelo o que os outros dizem, ninguém é exemplo para julgar o próximo!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5906958213838465342-4921943098584182173?l=priscilaminani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://priscilaminani.blogspot.com/feeds/4921943098584182173/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://priscilaminani.blogspot.com/2011/02/chutando-o-balde.html#comment-form' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5906958213838465342/posts/default/4921943098584182173'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5906958213838465342/posts/default/4921943098584182173'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://priscilaminani.blogspot.com/2011/02/chutando-o-balde.html' title='Chutando o balde!'/><author><name>Priscila Minani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07181314159001354527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Z9L3-Mt-MVE/Tua7ujFJsyI/AAAAAAAAAKM/rOpjVLOV9ng/s220/247845_130846076994104_100002061373390_227356_6333845_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh4.googleusercontent.com/-wlKzW0EyPk0/TWvrCGaYyJI/AAAAAAAAAFI/rfX88EEyH6U/s72-c/1247379700.png' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5906958213838465342.post-6744044459540801675</id><published>2011-01-30T16:14:00.005-02:00</published><updated>2011-01-30T16:21:41.502-02:00</updated><title type='text'>Ser feliz é uma arte e recomeçar faz parte!</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Passadas as festas de fim de ano, é hora de recomeçar. Não sei se o recomeço é pior ou melhor que o começo, mas, de fato, é diferente. No momento em que me encontro, considero 2011 a hora de refletir tudo o que aconteceu no ano que acabou e considerar válidas todas as experiências. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Não estou mais fadada a deparar com o incerto como foi o inicio de 2010, afinal agora me tornei veterana, pelo menos é assim que se declara quem conseguiu entrar no segundo ano de graduação. A insegurança e a solidão de se deparar com pessoas nunca antes conhecidas deram lugar a experiência de agora me tornar anfitriã daqueles que passarão por situações semelhantes. Pelo menos neste aspecto posso dizer: sou veterana. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Mas o incerto é “uma pedra no sapato”, algo que sempre está presente em tudo que vamos fazer. A voz da consciência acaba falando mais alto em nossa mente soprando uma perguntinha que nos intriga: você tem certeza disso? E por mais que tivéssemos, a pergunta acabou com toda ela e dúvida surgiu para nos incomodar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Nesse âmbito, sempre seremos bixos, ou seja, crus de certezas absolutas, mas prontos para descobri-las. É uma época de novas descobertas, nossas pessoas, novas cidades, nova vida!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;De certa maneira, mesmo já tendo acostumado com a vida universitária, quero me considerar bixete no que diz respeito a novas descobertas, quero aproveitar todas as oportunidades boas que surgirem e consolidar as que já me foram apresentadas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A vida é uma caixinha de surpresas, mas se fosse tudo muito óbvio nada teria tanta graça, porque o ato de conseguir desvendar as coisas que nos intrigam é a arte de viver e ser feliz. E aconselho, aproveite cada minuto daquilo que faz bem, pois pode ser passageiro, no entanto ficará marcado e essas lembranças nunca serão esquecidas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Assim, deixo aqui uma frase muitas vezes dita por uma querida amiga: “NÃO SE APAIXONE PELO DESTINO, SE APAIXONE PELA VIAGEM”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;E que essa lhe deixe marcas boas!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5906958213838465342-6744044459540801675?l=priscilaminani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://priscilaminani.blogspot.com/feeds/6744044459540801675/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://priscilaminani.blogspot.com/2011/01/recomecar-e-uma-parte-e-ser-feliz-e-uma.html#comment-form' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5906958213838465342/posts/default/6744044459540801675'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5906958213838465342/posts/default/6744044459540801675'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://priscilaminani.blogspot.com/2011/01/recomecar-e-uma-parte-e-ser-feliz-e-uma.html' title='Ser feliz é uma arte e recomeçar faz parte!'/><author><name>Priscila Minani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07181314159001354527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Z9L3-Mt-MVE/Tua7ujFJsyI/AAAAAAAAAKM/rOpjVLOV9ng/s220/247845_130846076994104_100002061373390_227356_6333845_n.jpg'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5906958213838465342.post-8259263738007427302</id><published>2011-01-19T16:09:00.001-02:00</published><updated>2011-01-19T16:12:29.530-02:00</updated><title type='text'>Do pensamento ao nada</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_vVCsPHZrJJ0/TTcoxwUbfgI/AAAAAAAAAEU/fQ09CO3lwJk/s1600/pensadorodin2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" n4="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_vVCsPHZrJJ0/TTcoxwUbfgI/AAAAAAAAAEU/fQ09CO3lwJk/s320/pensadorodin2.jpg" width="229" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;“Penso, logo existo”.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Pode até parecer intelectual levando em consideração que essa frase provém de um filósofo conhecido, René Descartes. Mas, ela é muito mais simples e presente em nossas vidas do que podemos imaginar. Somos todos seres humanos e pensamos ininterruptamente, até mesmo quando pensamos não pensar, estamos pensando. Confuso, não? Porém, verdadeiro. Todo mundo tem seu momento de reflexão, ainda mais por vivermos numa sociedade tão individualista que se contradiz ao se preocupar tanto com o que é alheio a ela. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Somos julgados moral ou legalmente pelas nossas ações, tudo aquilo que se atreve a ser diferente logo é motivo de olhares tortos. Acredito que o problema está na falta do que pensar. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;As pessoas tão vazias de conteúdo não se dedicam ao que é importante e por isso, passam a valorizar e dar mais atenção a coisas supérfluas que se reduzem a aparências. Assim, considerando a citação inicial, acredito que as pessoas existem, mas não existem como deveriam. A essência do individuo está no conhecimento que ele deixa para as outras gerações, nas lembranças boas que ele carrega, na contribuição que ele exerce. E isso é motivo de orgulho. Mas, e essas pessoas ligadas ao “nada” pelo o que serão lembradas? Se forem, desencadearão os olhares tortos que um dia elas mesmas lançaram sobre outras e isso traduzirá no desprezo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Infelizmente, há muito mais sujeitos assim do que construtores de boas recordações. Esses deveriam cair em si, antes de notar que é tarde demais para fazer a diferença no mundo. Somos bombardeados com tanta informação que nossa mente se funde, quando deveria funcionar a fim de nos mostrar o que de fato é importante e acrescenta à nossa evolução. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Máscaras de boa aparência por fora e explosão de conteúdo por dentro. Dois universos que, indubitavelmente, se completam, mas que, provavelmente, não existem de maneira tão perfeita. É assim o paradoxo da humanidade. Um debate sem respostas, um todo sem o tudo, um alguém repleto de defeitos, mas que, nem por isso, deixa de pensar. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5906958213838465342-8259263738007427302?l=priscilaminani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://priscilaminani.blogspot.com/feeds/8259263738007427302/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://priscilaminani.blogspot.com/2011/01/do-pensamento-ao-nada.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5906958213838465342/posts/default/8259263738007427302'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5906958213838465342/posts/default/8259263738007427302'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://priscilaminani.blogspot.com/2011/01/do-pensamento-ao-nada.html' title='Do pensamento ao nada'/><author><name>Priscila Minani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07181314159001354527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Z9L3-Mt-MVE/Tua7ujFJsyI/AAAAAAAAAKM/rOpjVLOV9ng/s220/247845_130846076994104_100002061373390_227356_6333845_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_vVCsPHZrJJ0/TTcoxwUbfgI/AAAAAAAAAEU/fQ09CO3lwJk/s72-c/pensadorodin2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5906958213838465342.post-5244114222693966975</id><published>2011-01-07T13:21:00.001-02:00</published><updated>2011-01-07T13:24:53.840-02:00</updated><title type='text'>Uma turma de amigos e seus respectivos segredos</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Brincadeira de criança que emociona e diverte adultos &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_vVCsPHZrJJ0/TScwL04r6gI/AAAAAAAAAC4/jEy6UF4lTV4/s1600/OgAAAL-MxUwTICN6_tCTPczYdoRnthHi9BaoYnnNi-a8EBWSKHVb25PaGN6F8a4HFByXvOg4hjxYQ6RSJaJgOj65yeIAm1T1UCLIrDs3lAI3SlG0uT8qsSO8Iott.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" n4="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_vVCsPHZrJJ0/TScwL04r6gI/AAAAAAAAAC4/jEy6UF4lTV4/s320/OgAAAL-MxUwTICN6_tCTPczYdoRnthHi9BaoYnnNi-a8EBWSKHVb25PaGN6F8a4HFByXvOg4hjxYQ6RSJaJgOj65yeIAm1T1UCLIrDs3lAI3SlG0uT8qsSO8Iott.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Final de ano sempre lembra festa. As pessoas comemoram por mais um ano completo, pelo décimo terceiro tão esperado, pelas férias merecidas. Outros seguem a linha religiosa e agradecem pelo nascimento do menino Jesus. Mas, ainda há aqueles que gostam de brincar nessa época. Uma brincadeira originária da Escandinávia que, em pleno período da Depressão, tinha como objetivo presentear uns aos outros com as coisas que possuíam, visto que as pessoas não tinham dinheiro para comprar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Dessa maneira, surge o tradicional Amigo Secreto. Atualmente, ele é comum em rodas de amigos, no ambiente familiar e até mesmo profissional. É uma forma de descontração e liberação de todo o estresse acumulado durante o ano. A diversão isenta de faixa etária passou por algumas modificações com o tempo. A velha maneira de se colocar os nomes dos participantes em papéis dobrados e um de cada vez retira o nome do seu amigo secreto e depois através de dicas que o identifica, as pessoas tentam descobrir quem é, deixou de ser a forma exclusiva de se brincar. O também chamado Amigo Oculto agora possui outras versões.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Estando entre amigos por que não zombar um pouco? É esse o objetivo do Inimigo Secreto. Sua única diferença em relação ao Amigo é que as dicas dadas são o oposto do que o seu segredo é, assim como os presentes, que geralmente procuram zoar com a pessoa tirada. O Amigo de Chocolate, da Caneca e outros desse gênero, têm como principal característica definir um objeto que é a temática da brincadeira. Todos ganham o mesmo tipo de presente, mas este é escolhido de acordo com as particularidades e gostos de cada um.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Pode parecer uma brincadeira boba, ou até mesmo “coisa de criança”, mas ninguém consegue esconder a ansiedade para saber quem tirou quem. Para aumentar ainda mais a adrenalina, nada melhor que formar uma roda e colocar ao centro a pessoa que vai revelar seu amigo. Os olhos focados, os ouvidos concentrados, a curiosidade aguçada. Eis que a primeira dica é dada e os palpites começam. A cada rodada que os segredos vão sendo revelados a expectativa de ser o próximo a sair é maior. Pessoa descoberta e a alegria salta aos olhos de quem foi o segredo da vez.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Descrever essa sensação é fácil. Foi assim que me senti nas últimas semanas. &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Para não fugir da tradição participei também de um Amigo Secreto. Com direito até a senha para facilitar a comunicação. Assim, aconteceu o &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Chapolin flor do campo. &lt;/i&gt;Desde o dia em que tiramos os papéis, até o dia da revelação, não se conseguia passar um dia sem pensar: quem será que me tirou? Chega a sexta-feira, 3. Aproximadamente à 1 hora da manhã os amigos são desvendados. Passa uma, duas, três rodadas e nada ainda de sair meu nome. Até que no meio da brincadeira escuto a seguinte definição: Meu amigo secreto é uma pessoa de pequeno porte e adora chorar. Pronto. Nem precisou terminar a frase. As lágrimas escorriam aos montes, como o rio que deságua no oceano. Ah! Mentira. Não foi para tanto. Mas, a felicidade de chegar a minha vez e ainda saber que fui tirada por uma pessoa tão especial foram motivos suficientes para me fazer chorar. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Aliás, entre amigos todos são especiais. Foi a impressão que tive ao ouvir dezenas de palavras de amor e doçura de pessoas que provaram que não só do tempo depende as amizades. As pessoas são que a solidificam. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Por fim, acredito que seja essa a lição retirada de uma simples brincadeira. O ano pode ter sido desgastante. As pessoas podem ter tido problemas, passado por dificuldades e pensado &lt;personname productid="em desistir. No" w:st="on"&gt;em desistir. No&lt;/personname&gt; entanto, no momento em que procura a descontração em meio à alegria que o significado e as luzes do Natal &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;trazem, é que se percebe o quanto é importante valorizar a simplicidade da vida. Pois, ocasiões como essa, são importantes para lembrar de que podem ter acontecido imprevistos pelo caminho, mas com certeza aconteceram mais coisas boas e que tais devem ser guardadas para sempre como a significância da definição que é nos atribuída quando somos o amigo secreto de alguém especial. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5906958213838465342-5244114222693966975?l=priscilaminani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://priscilaminani.blogspot.com/feeds/5244114222693966975/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://priscilaminani.blogspot.com/2011/01/uma-turma-de-amigos-e-seus-respectivos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5906958213838465342/posts/default/5244114222693966975'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5906958213838465342/posts/default/5244114222693966975'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://priscilaminani.blogspot.com/2011/01/uma-turma-de-amigos-e-seus-respectivos.html' title='Uma turma de amigos e seus respectivos segredos'/><author><name>Priscila Minani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07181314159001354527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Z9L3-Mt-MVE/Tua7ujFJsyI/AAAAAAAAAKM/rOpjVLOV9ng/s220/247845_130846076994104_100002061373390_227356_6333845_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_vVCsPHZrJJ0/TScwL04r6gI/AAAAAAAAAC4/jEy6UF4lTV4/s72-c/OgAAAL-MxUwTICN6_tCTPczYdoRnthHi9BaoYnnNi-a8EBWSKHVb25PaGN6F8a4HFByXvOg4hjxYQ6RSJaJgOj65yeIAm1T1UCLIrDs3lAI3SlG0uT8qsSO8Iott.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5906958213838465342.post-9196991985206206163</id><published>2011-01-07T13:14:00.001-02:00</published><updated>2011-01-07T13:14:26.433-02:00</updated><title type='text'>Coronelismo do século XXI</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 115%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Esquecendo um pouco os dias letivos da faculdade, decidi viajar com a família em pleno período eleitoral. O destino escolhido foi a capital alagoana. No entanto, o que era para ser férias precoces, tornou-se uma profunda avaliação e indignação com a desigualdade encontrada. A cidade de Maceió, cuja base econômica é composta pela cana-de-açúcar e produção de coco, viu na atividade turística a possibilidade de “fazer negócio”. Um ramo amplo e ambicioso que investe cada vez mais no conforto do turista. Como membro deste grupo e desfrutadora deste investimento, eu deveria ter somente lembranças boas, guardar somente imagens bonitas e passar adiante minha perfeita experiência. Uma pena. Não foi assim.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 115%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;De Van em Van a caminho de lindas praias com água cristalina e centenas de altos coqueiros, que compõem uma paisagem deslumbrante, frustrei-me. Quem mira o olhar para o horizonte não percebe as pequeninas casas de barro, cobertas com lonas, que estão à beira da estrada sem as mínimas condições de uma vida digna. Famílias enormes, com fome que veem cada turista que ali passa como um “Deus” que pode salvá-los. É triste. E se engana quem pensa que essa miséria se concentra em um canto ou um caminho infeliz pelo qual passei. Não. Ela se estende por toda a cidade e redondeza. Chega a ser irônico quando temos de um lado da rua um prédio restaurado com arquitetura neoclássica, enquanto do outro, há lugares onde não se dá para acreditar que possa morar alguém.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Um pedaço de asfalto separa a rica cultura, da falta dela.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 115%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;E é nessa hora que se faz o questionamento sobre quem é culpado. Uns dizem: são dos governantes. Outros: é do povo que os escolheu. Mas, talvez seja dos dois. Os governos viram na pobreza “a chave para o sucesso”. Milhões de pessoas vazias, no sentido literal e figurado, que somam votos em troca de assistência. Se ainda fosse algo que melhorasse suas vidas, estava bom. Porém, se trata só de manutenção do ciclo podre, baseado nos “Bolsa-lixo” que sustenta a miséria dessas famílias por várias gerações. Crianças que vão à escola não para aprender, mas para se alimentar. &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Com isso, esses humildes que não tem boca para requerer seus direitos de cidadãos, se conformam com a realidade. Resultado: casais têm 12, 13, 14 filhos para conseguirem se sustentar. Uma descarada troca de favores. &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 115%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Vésperas do segundo turno. Nas ruas da capital, centenas desses miseráveis, desde crianças até mesmo adultos, passam o dia nos canteiros das avenidas segurando bandeiras que promovem candidatos ao Governo do Estado. Uma vergonha. Tais candidatos em época de campanha tratam esse povo como uma massa única da qual pode tirar proveito e não os encara como indivíduos independentes que compartilham da mesma triste história. Mas, assim que se elegem, nem se lembram dos choros por fome, frio, falta de moradia, enchentes. Lágrimas que escorrem dos olhos de quem não tem expectativa de uma vida melhor. Por fim, se valida o eterno clichê: Poucos com muito e muitos com tão pouco. Ou melhor, quase nada. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5906958213838465342-9196991985206206163?l=priscilaminani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://priscilaminani.blogspot.com/feeds/9196991985206206163/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://priscilaminani.blogspot.com/2011/01/coronelismo-do-seculo-xxi.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5906958213838465342/posts/default/9196991985206206163'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5906958213838465342/posts/default/9196991985206206163'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://priscilaminani.blogspot.com/2011/01/coronelismo-do-seculo-xxi.html' title='Coronelismo do século XXI'/><author><name>Priscila Minani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07181314159001354527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Z9L3-Mt-MVE/Tua7ujFJsyI/AAAAAAAAAKM/rOpjVLOV9ng/s220/247845_130846076994104_100002061373390_227356_6333845_n.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5906958213838465342.post-1703275748894877416</id><published>2011-01-07T13:02:00.000-02:00</published><updated>2011-01-07T13:02:41.545-02:00</updated><title type='text'>O “ser” humano</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm -0.05pt 0pt 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Todo dia tenho a mesma rotina. Os mesmos horários, as mesmas obrigações, tudo parece ser um ciclo, em que acordar e dormir é, respectivamente, o início e o fim. Entretanto, hoje acordei me sentindo diferente, a começar pela hora que me pareceu estagnada às três e meia da madrugada e, desta maneira, após muito insistir no sono que não vinha, decidi me levantar e me pus a ler um livro. Estava eu sentada na poltrona da sala de estar, um cômodo aconchegante e bem decorado, com um livro de aventura sobre o colo e iluminada somente com a luz de um abajur que estava ao lado. Partindo da história intrigante de um cavaleiro rebelde que, embora fosse o herdeiro de todo um império, preferia se desfazer dos bens para cavalgar em busca de aventura e emoção, comecei a viajar em minha imaginação a pensar e tentar entender o que move as pessoas. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm -0.05pt 0pt 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O cavaleiro percorria um caminho sem destino, e assim passava por inúmeras vilas, situações e pessoas. Todos os dias isso acontece com nós. Com quantas pessoas nos deparamos na rua? Às vezes sentimos até raiva por um esbarrão que nos deram, mas nunca ninguém pára para pensar que cada uma delas possui uma história, um destino, um fim. É como se eu tivesse aberto a porta de meu apartamento e desse de cara com aquelas portinhas de outras famílias. Por fora tudo parece monótono, mas por dentro...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm -0.05pt 0pt 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Cada ser humano possui sua rotina, cada um é autor da sua própria história. É curioso como isso passou do plano das idéias na minha mente, para o plano real. Comecei a imaginar um lugar onde houvesse uma multidão, estariam ali não só indivíduos comuns, mas vidas ambulantes. Cada qual com seus problemas, indo e vindo de diversos lugares, com seus afazeres. Todos têm tanto de si para se preocupar que ninguém quer perder seu tempo pensando no que o outro está passando, se tem alguma dificuldade. É exterior a nós o que acontece na vida daquele que passa ao lado. Nessa hora, me perdi no labirinto de minha alma, as idéias causaram uma enorme confusão dentro de minha cabeça: estaria certo eu me preocupar com o alheio? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm -0.05pt 0pt 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Esse monólogo parecia ter durado a eternidade, mas foi quando me dei conta de que o sino da Igreja badalara quatro vezes. Voltei, então, meus olhos e minha concentração a leitura que eu havia iniciado. O cavaleiro da narração transpareceu a minha identidade. As atitudes dele me fizeram lembrar os questionamentos que eu fizera há pouco. Permaneci assim por mais alguns minutos e sabia que quando me deparasse com outras pessoas não as veria com os mesmos olhos e tal reflexão me fez chegar à conclusão de que “o homem é conhecedor do mundo, mas desconhecedor do próprio homem”. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5906958213838465342-1703275748894877416?l=priscilaminani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://priscilaminani.blogspot.com/feeds/1703275748894877416/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://priscilaminani.blogspot.com/2011/01/o-ser-humano.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5906958213838465342/posts/default/1703275748894877416'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5906958213838465342/posts/default/1703275748894877416'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://priscilaminani.blogspot.com/2011/01/o-ser-humano.html' title='O “ser” humano'/><author><name>Priscila Minani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07181314159001354527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Z9L3-Mt-MVE/Tua7ujFJsyI/AAAAAAAAAKM/rOpjVLOV9ng/s220/247845_130846076994104_100002061373390_227356_6333845_n.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry></feed>
